sábado, 30 de junho de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
FÓRUM PARANAENSE DE RESGATE DA VERDADE,MEMÓRIA E JUSTIÇA
Nesse último dia 12 de abril, aconteceu, com Teatro da Reitoria da UFPR lotado; o ato de lançamento do Fórum Paranaense de Resgate da Verdade, Memória e Justiça. Diversas entidades, partidos, movimentos, colocam uma perspectiva de ampliação dessa luta tão importante para a revisão de um passado de tortura e morte em nosso país.

Houve um evidente consenso em todas as falas, sobre a instalação imediata da Comissão Nacional da Verdade e o apoio às investigações sobre violações dos direitos humanos no Paraná. É necessário ainda ampliar o movimento, atraindo outras entidades, além das mais de 40 que já estão participando; levar o Fórum para as principais cidades do Paraná; e iniciar o trabalho de investigação, propriamente dito.
Marcamos o ato com a nossa mística, trazendo à memória dos participantes e observadores, a cena de uma forma de tortura praticada pela Ditadura Militar: o pau-de-arara. Lembramos, também, a jovem lutadora vítima desse período assassino; lembramos Aurora Maria Nascimento Furtado, lutadora do povo brasileiro. O Levante Popular da Juventude se soma nessa e em outras construções unitárias pela instalação da Comissão Nacional da Verdade. Sabemos que só com a massificação, com o povo na rua, com muita força social conseguiremos incidir nessa pauta.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Ação no Paraná homenageia lutadoras assassinadas pela ditadura
Com muita mística, música de dois grupos latino-americanos e poesia, o ato em Curitiba conseguiu sensibilizar os passantes no centro da cidade para a urgência da instalação da Comissão Nacional da Verdade, e para o dia de lançamento da Comissão no Paraná (12 de abril).
Esse foi o tom das falas dos representantes das diferentes organizações que compareceram ao ato, em defesa de uma Comissão para apurar os crimes daquele período que ainda estão expostos. Sindicalistas, entidades de direitos humanos e jovens ressaltaram a importância da Comissão.
Foram recordados os nomes e a vida das lutadoras do povo Helenira Resende (militante do PC do B assassinada) e de Maria Aurora do Nascimento Furtado (militante da ALN, brutalmente torturada até a morte). Principalmente, as organizações fizeram a denúncia de nomes responsáveis pela tortura no Paraná, tais como Major Lins Zuerzee, Capitão Fernando José Vasconcellos Krueger, Delegado Ozais Algauer, Tenente Paulo Avelino Reis.
Em suma: um momento de unidade entre diferentes militantes, que não deixaram de dizer que até as pedras gritam por nossos mortos e pela nossa fome de justiça. Na quinta-feira (29), os participantes concordaram em reunir-se de novo no centro em manifesto contra os militares que pretendem comemorar o golpe de 64, no Rio de Janeiro.
terça-feira, 20 de março de 2012
NOTA PÚBLICA DE APOIO AO LUTADOR
DO POVO, ENVER JOSÉ!
DO POVO, ENVER JOSÉ!
19 de Março de 2012
“Vamos companheiros/as
Precisamos ter um pouco mais de força
Estamos todos/as juntos/as novamente
Nossa dignidade não se vende, se defende!”
Precisamos ter um pouco mais de força
Estamos todos/as juntos/as novamente
Nossa dignidade não se vende, se defende!”
Entre o final dezembro de 2010 e começo do ano de 2011 ocorreram várias mobilizações populares em todo Brasil contra o aumento abusivo no preço das passagens e a má qualidade dos serviços de transporte coletivo, pressionando, nas ruas, governos e empresários por um modelo justo de mobilidade urbana que atenda às necessidades dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras.
O estudante universitário Enver José Lopes Cabral, militante do Levante Popular da Juventude, está sendo processado judicialmente por crimes que não cometeu, quando o real propósito das falsas acusações por parte de empresários dos transportes se dá em virtude de seu engajamento nos protestos contra o aumento da tarifa do transporte público na cidade de João Pessoa.
Os processos judiciais em questão discutem a suposta autoria de Enver Lopes nos crime de lesão corporal e manejo de explosivo e tramitam na Justiça Criminal em João Pessoa e serão julgados nos próximos dias 26 e 27 de março de 2012.
Enver Lopes é uma respeitada liderança estudantil, e, pelo Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Paraíba, que, foi escolhido para representar esse segmento em comissão cujo papel era discutir questões ligadas ao transporte público entre diversos segmentos da sociedade civil e do Poder Público, e esteve sempre à frente dos protestos contra o aumento das passagens em João Pessoa.
A organização e mobilização populares sempre se fizeram necessárias para que qualquer transformação social pudesse ocorrer em nosso país. Esse é o real papel que os movimentos sociais têm cumprido: reivindicar em todos os espaços públicos, nas ruas e praças, por melhores condições de vida, de trabalho, saúde e educação para a população. No entanto, os segmentos que, com razão, protestam, são muitas vezes vistos como “baderneiros” e tidos como praticantes de ilegalidades, quando outra coisa não fazem que reivindicar os seus direitos. A esse processo chamamos criminalização das lutas dos movimentos sociais. É inaceitável que tratem os cidadãos que lutam por direitos como baderneiros ou
criminosos.
Manifestamos nosso total repúdio à criminalização dos movimentos sociais forjada pelos empresários do transporte coletivo em João Pessoa-PB.
O estudante universitário Enver José Lopes Cabral, militante do Levante Popular da Juventude, está sendo processado judicialmente por crimes que não cometeu, quando o real propósito das falsas acusações por parte de empresários dos transportes se dá em virtude de seu engajamento nos protestos contra o aumento da tarifa do transporte público na cidade de João Pessoa.
Os processos judiciais em questão discutem a suposta autoria de Enver Lopes nos crime de lesão corporal e manejo de explosivo e tramitam na Justiça Criminal em João Pessoa e serão julgados nos próximos dias 26 e 27 de março de 2012.
Enver Lopes é uma respeitada liderança estudantil, e, pelo Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal da Paraíba, que, foi escolhido para representar esse segmento em comissão cujo papel era discutir questões ligadas ao transporte público entre diversos segmentos da sociedade civil e do Poder Público, e esteve sempre à frente dos protestos contra o aumento das passagens em João Pessoa.
A organização e mobilização populares sempre se fizeram necessárias para que qualquer transformação social pudesse ocorrer em nosso país. Esse é o real papel que os movimentos sociais têm cumprido: reivindicar em todos os espaços públicos, nas ruas e praças, por melhores condições de vida, de trabalho, saúde e educação para a população. No entanto, os segmentos que, com razão, protestam, são muitas vezes vistos como “baderneiros” e tidos como praticantes de ilegalidades, quando outra coisa não fazem que reivindicar os seus direitos. A esse processo chamamos criminalização das lutas dos movimentos sociais. É inaceitável que tratem os cidadãos que lutam por direitos como baderneiros ou
criminosos.
Manifestamos nosso total repúdio à criminalização dos movimentos sociais forjada pelos empresários do transporte coletivo em João Pessoa-PB.
Juventude que ousa lutar constrói poder popular!
terça-feira, 13 de março de 2012
Levante - se contra o machismo!
Foi lindo! Um ato amplo e massivo em que a mulherada saiu às ruas com garra e alegria, comemorando ombro a ombro com os companheiros uma data histórica de toda a classe trabalhadora. Fechou com chave de ouro a jornada de estudos e manifestações que cerca de mil mulheres do MST vinham fazendo na cidade nos dias 06 e 07. Nós do Levante estávamos animando o ato junto à batucada da MMM (Marcha Mundial das Mulheres). E de noitinha, oficina de agitprop... :)




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